sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Sinta!

Chegue mais perto, me fale um pouco de sua história, de seu olhar. Gosto de falar de coisas sensíveis, aquelas que por inquietação muitos deixam de escutar. O mundo pede pressa, mas eu prefiro ainda a graça da sensibilidade, da delícia do preparo. O fogão a lenha, as conversas na varanda, plantar, colher, saborear, vislumbrar. Perceba, em paz tudo é mais belo. A flor passa a ter perfume, a brisa se transforma em um menino arteiro que brinca em seus cabelos, a conversa transfigura-se em partilha e o travesseiro em um delicioso aconchego.  Não. Não permita que o sentir desapareça. Deixe-se viver, deixe-se perceber- sinta!                                                                                                                                                
Juliete Costa

terça-feira, 2 de abril de 2013

Belo Belo


Belo é um sorriso gostoso de um bebê
Belo é o carinho doce dos avós
Belo é o sentimento de uma alma que sente Deus
Belo é o semblante de consciência limpa
Belo é saciar a fome de famintos
Belo é rir o quanto quiser, sem medo e qualquer pudor fresco.
Belo é não ter medo de ser o que é
Belo é não temer ser ridículo por ser feliz
Belo é a brincadeira de rua, onde o tempo é medido pelo prazer
Belo é sentir-se livre para abrir os braços e sentir a natureza
Belo é a chuva no sertão, e o sorriso sincero do sertanejo
Belo é o mais sincero abraço
Belo... belo é aquilo trás paz , um friozinho de saudade e uma lágrima de alegria. ( Poema de Juliete Costa

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013




Quando você usa seus conhecimentos para tentar humilhar e inferiorizar o outro, perceba: você possui conhecimentos, porém  não adquiriu com estes o essencial -  a sabedoria.  (Juliete Costa)



Que a doçura das coisas mais simples me acolha num abraço aconchegante ( Juliete Costa)