Chegue mais perto, me fale um pouco de sua história, de seu
olhar. Gosto de falar de coisas sensíveis, aquelas que por inquietação muitos
deixam de escutar. O mundo pede pressa, mas eu prefiro ainda a graça da
sensibilidade, da delícia do preparo. O fogão a lenha, as conversas na varanda,
plantar, colher, saborear, vislumbrar. Perceba, em paz tudo é mais belo. A flor
passa a ter perfume, a brisa se transforma em um menino arteiro que brinca em
seus cabelos, a conversa transfigura-se em partilha e o travesseiro em um
delicioso aconchego. Não. Não permita
que o sentir desapareça. Deixe-se viver, deixe-se perceber- sinta!
Juliete
Costa
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
terça-feira, 2 de abril de 2013
Belo Belo
Belo é um sorriso gostoso de um bebê
Belo é o carinho doce dos avós
Belo é o sentimento de uma alma que sente Deus
Belo é o semblante de consciência limpa
Belo é saciar a fome de famintos
Belo é rir o quanto quiser, sem medo e qualquer pudor fresco.
Belo é não ter medo de ser o que é
Belo é não temer ser ridículo por ser feliz
Belo é a brincadeira de rua, onde o tempo é medido pelo prazer
Belo é sentir-se livre para abrir os braços e sentir a natureza
Belo é a chuva no sertão, e o sorriso sincero do sertanejo
Belo é o mais sincero abraço
Belo... belo é aquilo trás paz , um friozinho de saudade e uma lágrima de alegria. ( Poema de Juliete Costa
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