"Na verdade, essa minha alma sentimental me faz sentir pequenos detalhes que poderiam passar despercebidos. Mas eu prefiro que seja assim, logo que, se sinto, é sinal que meu coração ainda não se deixou endurecer , não congelou em meio as grandes tempestades ". ( Juliete Barbosa)
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
"As feridas de amor por muito tempo ficaram abertas. Sempre houve muitos sonhos, desejos e planos banidos pelo caos, vazio e desprezo. O desamor esteve sempre batendo na porta e outras vezes quebrando-a sem pudor. Muitos foram os anseios, desejos e paixões seguidos de dor, solidão e cansaço de quem lutou só. Soco na parede; Nado contra a corrente; Vento frio sem lar quente e seguro; Rio sem mar; Pássaro sem asas; Sede sem água; Corrida sem chegada; Noite sem descanso; Sono sem cama; Ferida aberta e repetidamente machucada. A resposta disso se apresenta através de um vazio que vem de repente e de uma forma solta, em meio a poeira que cerca o local com restos de alguns dos detritos".
"Desastrada, distraída, sonhadora, sensível...Na verdade, são poucas as vezes que me aproprio de batons, bluchs, rímel, lápis... Gosto de sentir meus poros livres, gosto de me vê do jeito que sou, gosto de ser simples... Pois são coisas mais simples que me trazem uma tranquila e deliciosa felicidade"!( Juliete Costa)
"Tenha paz ao conversar. Saiba administrar seus anseios, talvez eles possam te impedir de ouvir o outro. Pratique a humildade em um diálogo: faça o exercício de escutar, perceber, valorizar o outro e expressar o que sente sem ofensa. Logo verás que tudo estará resolvido, como uma benção que Deus lançada para aqueles que souberam cultivar a graça de ser um instrumento de paz". ( Juliete Costa)
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