As
feridas de amor por muito tempo ficaram abertas. Sempre houve muitos sonhos,
desejos e planos banidos pelo caos, vazio e desprezo. O desamor esteve sempre
batendo na porta e outras vezes quebrando-a sem pudor. Muitos foram os anseios,
desejos e paixões seguidos de dor, solidão e cansaço de quem lutou só. Soco na
parede; Nado contra a corrente; Vento frio sem lar quente e seguro; Rio sem
mar; Pássaro sem asas; Sede sem água; Corrida sem chegada; Noite sem descanso;
Sono sem cama; Ferida aberta e repetidamente machucada. A resposta disso se
apresenta através de um vazio que vem de repente e de uma forma solta, em meio
a poeira que cerca o local com restos de alguns dos detritos.
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